Quaresma, tempo de conversão

07/03/2019

O Ano litúrgico gira em torno de dois acontecimentos centrais: o Natal de Jesus (nascimento) e a Páscoa de Jesus (Ressurreição). Para ambos os acontecimentos existe um período de preparação. No caso do Natal, o advento: um período de 4 domingos que antecede o dia 25 de dezembro. Já para a páscoa, existe o período da quaresma.

A palavra quaresma vem do latim “quadragésima” que significa quarenta e nos remete para os quarenta anos de caminhada no deserto rumo a terra prometida por parte do povo de Israel e também aos quarenta dias de jejum e de Nosso Senhor Jesus Cristo antes do início de sua vida pública. O número 40 simboliza, portanto, um período de caminhada rumo ao plano divino de salvação. Um período de luta contra o mal e suas tentações.

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Jejum e abstinência

14/01/2019

Atualmente só há dois dias de abstinência de carne e jejum, a saber: a Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa. A obrigação de jejuar vai desde os dezoito anos completos até os cinqüenta e nove completos. Quanto à abstinência, começa aos quatorze anos e vai até o fim da vida. Como se observa, ambas as práticas estão ligadas à Paixão e Morte de Jesus Cristo (início da quaresma e sexta-feira santa).

Nos dias de jejum pode-se tomar uma refeição completa; antigamente isto era feito no fim do dia; atualmente, ao meio dia. Além do que, é lícito comer alguma coisa duas outras vezes por dia.

O fiel católico não deve fazer da prática do jejum uma mera formalidade. A prática do jejum, como também a oração, nos abre para DEUS, para sua Palavra e assim nos ajuda a sermos mais justos e solidários com os mais necessitados. É preciso se lembrar das pessoas que passam fome. O jejum nos ajuda a ser melhor e a amar mais.

A abstinência de carne é observância freqüente nas religiões antigas. O cristão a pratica por motivo de penitência e mortificação, pois a carne é considerada um alimento forte e excitante. Por isso, a fim de educar a vontade, muitas vezes dominada pelos instintos descontrolados, o cristão se priva desse alimento.

O católico, segundo uma antiga tradição, pode comer peixe em dia de abstinência. Vejamos três motivos: 1º – Jesus derramou seu sangue na cruz. Então, em dia de abstinência de carne não se come carne de animal que ao morrer derrama sangue, como acontece com boi, porco e galinha. 2º – Na pesca milagrosa e na multiplicação dos pães, peixes são oferecidos pelo próprio Jesus como alimento. Assim sendo, este alimento passa a ter um valor afetivo tão forte para os cristãos que não entra na obrigação do jejum. 3º – Os primeiros cristãos se identificavam por um desenho de peixe. Nas escavações onde era encontrada a figura de um peixe, os cristãos ali identificavam um lugar onde tinha acontecido algo importante na vida de Jesus. Em grego, a palavra “peixe” é “ictüs” de cujas 5 letras os primeiros cristãos gregos e romanos faziam um lindo acróstico definindo a verdadeira identidade de Cristo Jesus:  ictüs = i – Iesus; c – Cristo; t – Teú = de Deus; ü – üós = Filho; s – Soter = Salvador, formando a frase = Jesus, Filho de Deus, Salvador. Dessa vez, o peixe passa a ser um símbolo dos próprios cristãos e, portanto, não precisa ser excluído da alimentação em nenhum dia.

Sentido da Semana Santa

28/03/2015

SEMANA SANTA

A semana santa é um período especial em nossas vidas de cristãos católicos. É a semana mais importante do ano. Voltaremos as nossas mentes e corações para os episódios mais significativos para a nossa salvação: a paixão, morte e ressurreição de Jesus.

Não se trata de uma simples recordação. A semana santa precisa também renovar as nossas vidas e fazer-nos crescer no seguimento de Jesus Cristo. Em resumo: a semana santa é santa porque tem como objetivo a nossa santificação.

O Santo Transgressor

22/07/2014

SÃO JOSÉ – Livro do P. Mauro

Ninguém como ele “transgrediu” tão frontalmente a Lei de Deus! Transgrediu-a em dano próprio, mas em benefício de alguém muito querido. E de Alguém (usamos, intencionalmente, o “A” maiúsculo) que ele não tinha noção clara de quem era. Era-lhe Alguém e isso lhe bastava! Nem sabemos se, em sua caminhada terrena, teve noção nítida da magnitude, da estatura moral desse Alguém. E foi transgressor, não para beneficiar-se a si mesmo, como fazemos ao pecarmos. Leia Mais

Doze Promessas

26/06/2014

AS DOZE PROMESSAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Trata-se de uma síntese, feita por um anônimo, das promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Maria Margarida Alacoque (sec. XVII).

1ª – A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
Deixar visível a imagem do Sagrado Coração para impregnar o ambiente do amor misericordioso de Jesus. Colocar Cristo dentro do seu lar.

2ª – Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.
Receber a graça necessária para viver bem a própria vocação. Seja qual for: matrimonial, vida consagrada, leigos, sacerdotes etc. Leia Mais

Campanha da Fraternidade 2014

06/03/2014

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014

A quaresma é um tempo de preparação para a Páscoa. Tempo de penitência e conversão. Tempo de jejum, de oração e de fraternidade. Daí o sentido da Campanha da Fraternidade. Neste ano, o tema é “Fraternidade e Tráfico Humano”, com o lema: “É para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1)”.

A primeira Campanha da Fraternidade aconteceu em 1964. Estamos, portanto, comemorando 50 anos da Campanha.

Significado do cartaz: a mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico. As mãos acorrentadas e estendidas, os irmãos e irmãs, vítimas do tráfico: pela exploração do trabalho (mais escura), pelo tráfico de órgãos (desenho), pela exploração sexual (mulher, esmalte) e pela exploração de crianças e adolescentes (mão menor). A sombra na parte de cima expressa as violações dos direitos humanos. A luz na parte de baixo, a esperança e a luta pela libertação.

Você se sente desafiado por esta Campanha? Desafiado a fazer o que? Lembre-se da coleta da solidariedade, dia 13 de abril.

 

Exame de consciência

04/04/2013

EXAME DE CONSCIÊNCIA

1º. Amar a Deus sobre todas as coisas.
– Tenho deixado de colocar Deus no centro da minha vida? Sou escravo do dinheiro e das coisas materiais?
– Revoltei-me contra Deus nas horas difíceis? Alimentei superstições?
– Tenho sido incapaz de aceitar as cruzes, doenças, problemas de relacionamento, trabalho, etc.? Tenho sido desleixado na busca de superação dos problemas ou de conviver com eles dignamente enquanto não são superados?
– Durante o dia: nunca ou raramente dirijo meu pensamento a Deus?
– Falhei na oração da manhã e da noite? Tenho esquecido de Deus nas refeições?
– Duvidei da presença de Deus em minha vida? Não alimentei minha fé, sobretudo através da oração frequente, da leitura e meditação da Bíblia e da recepção da Eucaristia?
– Não fui fiel à oração em família? Mesmo sendo possível, deixei de promover momentos de oração em família?
– Não tenho defendido a minha Igreja? Por comodismo, não coloco os meus dons e capacidades a serviço da minha Igreja? Leia Mais